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Síndrome do Pânico

É uma crise de ansiedade aguda e intensa com duração de 15 a 30 minutos que pode ocorrer a qualquer hora e em qualquer lugar.

Certas situações como multidão, metrô, engarrafamentos, espaços fechados, fobias, acidentes ou catástrofes podem desencadear um ataque.

Os principais sintomas são:

  • Aumento da pressão sanguínea
  • Aumento da frequência respiratória ou cardíaca
  • Falta de ar e sensação de asfixia
  • Tontura
  • Náusea
  • Suor frio e/ou calafrio
  • Ondas de calor
  • Formigamento
  • Tremedeira
  • Desconforto no peito
  • Sensação de estar desligado do corpo
  • Medo de morrer ou ficar louco
  • Desmaio ou vômitos

COMO OCORRE

O cérebro, através da região central, que controla as emoções, dispara um alarme para o corpo, que se prepara para uma ação (não existente) de fugir ou lutar. Para isso o corpo libera adrenalina, que acelera o coração e faz o sangue chegar mais rápido aos músculos.

Há uma aceleração na respiração para que o corpo receba mais oxigênio e permita  mais agilidade à pessoa.

A glândula suprarrenal é acionada e libera o cortisol que aumenta a produção de anticorpos e glóbulos brancos, reforçando o sistema de defesa.

Como não há uma ação, o corpo após receber tais estímulos fica como se houvesse passado por um intenso esforço, causando exaustão e sonolência, já que houve um excessivo gasto de energia.

O primeiro ataque de pânico geralmente verifica-se em momentos de stress ou em reação a uma experiência traumática. Após o primeiro ataque de pânico, as pessoas começam a prestar mais atenção aos seus sintomas físicos. Eles muitas vezes começam a ficar com medo das suas próprias reações físicas. Começam a ficar num estado de hipervigilância sobre os seus sintomas físicos ou algo que possam considerar como ameaça. A pessoa passa a fazer um conjunto de associações (de medo) erradas que provocam uma reação em cadeia, fazendo disparar o sistema nervoso autônomo que deixa a pessoa num estado elevado de excitação. Este estado de excitação é interpretado como perigoso, levando ao completo descontrole.

 O MEDO DE TER MEDO

Muitas pessoas podem ter um ou dois ataques de pânico a qualquer momento das suas vidas, sem que necessariamente se torne incapacitante ou venham a desenvolver transtorno de pânico. No entanto, para algumas pessoas os ataques de pânico são recorrentes. Quando isso acontece, elas podem preocupar-se com os ataques e podem começar a mudar as suas vidas, isto acontece porque começam a desenvolver medo de novo ataque de pânico.

O QUE FAZER?

Procure um médico para  fazer um exame físico completo descartando qualquer problema de saúde física. Muitos sintomas do pânico podem ser assustadores e similares a algumas condições médicas. Se junto do seu médico confirmar que não há nenhum problema físico, você precisa lembrar-se disso quando voltar a sofrer de um ataque de pânico. A confirmação de que não existe nada de errado consigo é uma premissa para reestruturar a crença de que tudo não passa de medos “irracionais” e consequentemente, nada de mal lhe irá acontecer.

Descartado algum problema físico, você pode procurar uma terapia, isoladamente ou em conjunto, com o apoio medicamentoso receitado pelo seu médico. Existem diversas linhas terapêuticas, a psicologia, a psicanálise e hipnoterapia e outras, com excelentes resultados.

ANSIEDADE >SINTOMAS>MEDO>ANSIEDADE…

 Essa intensa ansiedade é desproporcional a qualquer perigo que você possa imaginar.

É importante relembrar-se que o pânico não é permanente, a maioria dos ataques nunca duram mais do que alguns minutos (em média, 15 a 30 minutos). Depois de atingir um pico de desconforto a tendência é que a intensidade dos seus sintomas diminua.

Você pode perceber que os sintomas são associados, e que quando você consegue controlar um deles, quebrando a cadeia, o ataque perde consistência e você pode controlá-lo. Para isso você pode usar:

 RELAXAMENTO: O relaxamento é a chave para superar os ataques de pânico, controle da respiração e meditação podem ser praticados para ajudar a relaxar. Um exemplo é a respiração lenta e profunda.

PENSAMENTO POSITIVO.   Os ataques de pânico geralmente começam a se formar quando você imagina estar tendo algum sintoma e esses pensamentos desencadeiam uma grande ansiedade que leva ao medo de ter medo.

Estes pensamentos são chamados de “previsões negativas” e têm uma forte influência sobre a maneira como sente o seu corpo. Se você estiver mentalmente prevendo uma catástrofe, o seu corpo irá disparar uma resposta de alarme, uma resposta de “lutar ou fugir”.

A EFT – Emotional Freedom Techniques (Técnica de Libertação Emocional) é uma “versão emocional” da acupuntura, sem, no entanto, precisar do uso de qualquer tipo de agulha. O desbloqueio é realizado através de leves batidas com as pontas dos dedos nos terminais destes meridianos enquanto o paciente está sintonizado no problema através da repetição de frases lembretes (frases que indicam ao sistema energético o que está sendo tratado).

O resultado é a resolução de problemas emocionais, mesmo para aqueles problemas profundamente enraizados. que a pessoa vem, há anos, se tratando.

Mande um email para contato@paulomello.net e enviarei um MANUAL DE EFT para que você possa se autoaplicar ou aplicar em quem precise.

Se tiver alguma dúvida entre em contato.

Paulo Mello

Hipnoterapeuta

Este artigo visa informar de forma simples o funcionamento da síndrome do pânico, não servindo de subsídio para auto diagnóstico, o que só pode ser feito por médico qualificado.